Era uma vez uma linda muçulmana de 12 anitos, que vivia na bonita cidade de Bagdad, e a quem chamavam de Burkhazinha Vermelha. E sabem por que é que ela tinha este nome tão diferente das outras meninas?
Porque ela usava, todos os dias, uma burkha vermelha com um crescente bordado a ouro, feito pela sua querida avó.
Certo dia, a mãe pediu-lhe um favor:
- Burkhazinha, não te importas de ir até à mesquita junto do imam? Eu queria dar-lhe este falafel que acabei de cozer e alguns dos pães de passas que tu fizeste.
E lá foi a Burkhazinha Vermelha, através dos Postos de Segurança americanos, a cantar e a brincar como se os seus amigos não estivessem já mortos.
De repente, vindo do nada, surge-lhe um grande marine à sua frente...
- Hello, Sweety, onde é que vais?
Como a Burkhazinha Vermelha não sabia que era perigoso falar com os marines, ela respondeu-lhe:
- Vou até à mesquita, falar com o imam. Tenho um falafel muito quentinho e alguns pães de passas para lhe dar...
- E onde é que é a tua mesquita?
- É já ali, a primeira delas depois de passarmos o palácio do Grande Presidente.
O marine pensou durante um bocado e disse:
- Queres fazer um jogo? Vamos ver quem é que chega primeiro à mesquita... Tu vais pelo caminho da esquerda e eu pelo da direita. Queres?
Burkhazinha Vermelha pensou que ia ser divertido e aceitou brincar com o marine. O que ela não sabia, é que ele lhe tinha dado o caminho mais comprido e que, por isso, ela ia chegar muito mais tarde.
Enquanto a menina procurava o caminho, o marine falou com vários dos seus camaradas que foram até à mesquita e bateram à porta.
Truz-truz...
- Quem é?, perguntou o imam.
Os marines, muito contentes, riam-se... Com a voz mais fina um deles disse:
- Sou eu, imam, a Burkhazinha Vermelha. Posso entrar? Tenho um falafel e uns pães de passas para lhe dar...
- Sim, minha crentezinha, entra...
Os marines entraram e, sem esperar, saltaram sobre o imam e fuzilaram-no com um só tiro de pistola!
De seguida, um deles vestiu o roupa do imam e colocou-se no palanque de orações à espera que a Burkhazinha Vermelha chegasse.
E eis que a menina bate à porta...
- Imam, sou eu. Tenho aqui uma pequena prenda para si...
Mais uma vez, o marine tentou mudar a sua voz e disse:
- Claro, minha crentezinha... Entra à vontade.
A Burkhazinha Vermelha entrou. O marine, que estava escondido debaixo da jabbala e com o rosto velado, ainda lhe disse:
- Trouxeste-me falafel e pães de passas? Que simpática a minha crentezinha... Vem para aqui, para perto de mim...
E a Burkhazinha foi...
- Imam, que grandes braços tu tens!, disse a menina.
E o marine respondeu:
- São para te benzer melhor, minha crentezinha!
- E que pernas tão grandes!
- São para orar mais horas...
- E os teus ombros... Que grandes eles são!
- São para transportar mais crescentes, minha fielzinha.
- Imamzinho! E que coisa tão grande tu tens a aparecer da Jabbala!
- São para te comer melhor, minha crentezinha...
E os marines saltaram de todos os lados sobre a Burkhazinha Vermelha e preparavam-se para a violar...
No entanto a Burkhazinha Vermelha tinha tudo bem planeado e, nessa altura, gritou: “Em Nome de Deus O Clemente, O Misericordioso!!!” e fez explodir a maleta que, ao invés de falafel e pães de passas, tinha 10 kg de TNT.
História contada pela Dr.ª Maryah Allah, PhD em Teologia Radical
Não pechebo!!! Então os mouros comem dinamite? Isso não faz mal aos dentes??? Nós, nos EUA, comemos ote- dogues, o que só nos rebenta com o aparelho digestivo.
Pois é meu caro... ergh... john hamburger (reparo que deves ser da Alemanha, de Hamburgo).
Assim, meu caro Johan, serão os árabes a salvar o problema da fome no mundo, começando a produzir em massa TNT para dar aos pobres dos americanos.
Por Allah! Como somos caridosos e oferecemos o outro punho sempre que somos agredidos...