fevereiro 13, 2004

A Burkhazinha Vermelha

Era uma vez uma linda muçulmana de 12 anitos, que vivia na bonita cidade de Bagdad, e a quem chamavam de Burkhazinha Vermelha. E sabem por que é que ela tinha este nome tão diferente das outras meninas?
Porque ela usava, todos os dias, uma burkha vermelha com um crescente bordado a ouro, feito pela sua querida avó.
Certo dia, a mãe pediu-lhe um favor:
- Burkhazinha, não te importas de ir até à mesquita junto do imam? Eu queria dar-lhe este falafel que acabei de cozer e alguns dos pães de passas que tu fizeste.
E lá foi a Burkhazinha Vermelha, através dos Postos de Segurança americanos, a cantar e a brincar como se os seus amigos não estivessem já mortos.
De repente, vindo do nada, surge-lhe um grande marine à sua frente...
- Hello, Sweety, onde é que vais?
Como a Burkhazinha Vermelha não sabia que era perigoso falar com os marines, ela respondeu-lhe:
- Vou até à mesquita, falar com o imam. Tenho um falafel muito quentinho e alguns pães de passas para lhe dar...
- E onde é que é a tua mesquita?
- É já ali, a primeira delas depois de passarmos o palácio do Grande Presidente.
O marine pensou durante um bocado e disse:
- Queres fazer um jogo? Vamos ver quem é que chega primeiro à mesquita... Tu vais pelo caminho da esquerda e eu pelo da direita. Queres?
Burkhazinha Vermelha pensou que ia ser divertido e aceitou brincar com o marine. O que ela não sabia, é que ele lhe tinha dado o caminho mais comprido e que, por isso, ela ia chegar muito mais tarde.
Enquanto a menina procurava o caminho, o marine falou com vários dos seus camaradas que foram até à mesquita e bateram à porta.
Truz-truz...

- Quem é?, perguntou o imam.
Os marines, muito contentes, riam-se... Com a voz mais fina um deles disse:
- Sou eu, imam, a Burkhazinha Vermelha. Posso entrar? Tenho um falafel e uns pães de passas para lhe dar...
- Sim, minha crentezinha, entra...
Os marines entraram e, sem esperar, saltaram sobre o imam e fuzilaram-no com um só tiro de pistola!
De seguida, um deles vestiu o roupa do imam e colocou-se no palanque de orações à espera que a Burkhazinha Vermelha chegasse.
E eis que a menina bate à porta...
- Imam, sou eu. Tenho aqui uma pequena prenda para si...
Mais uma vez, o marine tentou mudar a sua voz e disse:
- Claro, minha crentezinha... Entra à vontade.
A Burkhazinha Vermelha entrou. O marine, que estava escondido debaixo da jabbala e com o rosto velado, ainda lhe disse:
- Trouxeste-me falafel e pães de passas? Que simpática a minha crentezinha... Vem para aqui, para perto de mim...
E a Burkhazinha foi...
- Imam, que grandes braços tu tens!, disse a menina.
E o marine respondeu:
- São para te benzer melhor, minha crentezinha!
- E que pernas tão grandes!
- São para orar mais horas...
- E os teus ombros... Que grandes eles são!
- São para transportar mais crescentes, minha fielzinha.
- Imamzinho! E que coisa tão grande tu tens a aparecer da Jabbala!
- São para te comer melhor, minha crentezinha...
E os marines saltaram de todos os lados sobre a Burkhazinha Vermelha e preparavam-se para a violar...
No entanto a Burkhazinha Vermelha tinha tudo bem planeado e, nessa altura, gritou: “Em Nome de Deus O Clemente, O Misericordioso!!!” e fez explodir a maleta que, ao invés de falafel e pães de passas, tinha 10 kg de TNT.

História contada pela Dr.ª Maryah Allah, PhD em Teologia Radical

Publicado por Uxana Bino Lada em fevereiro 13, 2004 03:21 PM
Comentários

Não pechebo!!! Então os mouros comem dinamite? Isso não faz mal aos dentes??? Nós, nos EUA, comemos ote- dogues, o que só nos rebenta com o aparelho digestivo.


Afixado por: John Hamburguer em fevereiro 15, 2004 07:25 PM

Pois é meu caro... ergh... john hamburger (reparo que deves ser da Alemanha, de Hamburgo).
Assim, meu caro Johan, serão os árabes a salvar o problema da fome no mundo, começando a produzir em massa TNT para dar aos pobres dos americanos.
Por Allah! Como somos caridosos e oferecemos o outro punho sempre que somos agredidos...

Afixado por: Maryah Allah em fevereiro 16, 2004 10:49 AM